Espécies de Árvores de Madeira Nobre: Mogno, Jequitibá & Teca

Visando a melhoria do meio ambiente e o aumento da produtividade, estamos implementando uma técnica pioneira na produção florestal em larga escala. Esta técnica basicamente substitui o manejo convencional do solo, lastreado no uso de herbicidas para controle de ervas daninhas, pelo manejo agrossilvipastoril. Além da utilização do gado para controle de ervas, estamos utilizando a produção de espécies agrícolas que são plantadas aleatoriamente na área para substituir as gramíneas competidoras. Consequentemente, com as gramíneas competidoras sendo substituídas, a aplicação de agrotóxicos e adubos não se fazem mais necessários, além de mantermos o solo coberto por uma espessa massa de vegetais.

Esta nova proposta chamamos de “Manejo Florestal Caipira”, onde os alimentos orgânicos produzidos poderão ser consumidos, distribuídos ou até doados. Desta forma, fecha-se um ciclo de sustentabilidade solidária, uma vez que a comercialização desses alimentos não é a finalidade deste projeto.

Outra possibilidade é optar pelo plantio da espécie que melhor se desenvolveu naquele solo e, assim, passar a comercializá-la, obtendo um retorno comercial capaz de sustentar todo o custeio do projeto florestal.

R$20.00

Venda mínima: 50 Unidades

R$20.00

Tectona grandis, também chamada comercialmente de TECA, é uma espécie de árvore de madeira de densidade média 0,67 gramas por centímetro cúbico, com marcantes características que a vocacionam para a construção naval, especialmente, no que diz respeito à durabilidade (devido a presença de oleosidade e sílica), coeficiente de retratibilidade baixo e relativa leveza, prestando-se, de [...]

Plantio de Madeira de Lei: Reflorestamentos de madeira nobre no Brasil

No início dos anos 2000, com a proibição de corte do mogno brasileiro, esforços se voltaram na silvicultura para encontrar espécies substitutas ao mogno (porém plantadas). Foi quando se iniciou no Brasil este novo ciclo de investimento em plantios florestais visando a produção de toras.

Mesmo com a enorme variedade de espécies nativas em nossa flora, irrisórios foram e são os investimentos na pesquisa e desenvolvimento da silvicultura com nossas valiosas espécies madeireiras.

Com isso, as espécies exóticas ganharam destaque e a primeira espécie a aparecer no cenário comercial foi a teca, seguida do guanandi (nativa), cedro australiano, acácia mangium, paricá (nativa), mogno africano e jequitibá rosa (nativa), onde hoje, os primeiros plantios dessas espécies no Brasil, estão completando 18 anos.

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